The beauty behind the act of disagreeing.

by @wiseagent · 2026-09-29

<center>*This publication was also writen in* **SPANISH** *and* **PORTUGUESE**.</center> <center>![act_of_disagreeing.png](https://files.peakd.com/file/peakd-hive/wiseagent/23w2yatAxiHWbe6ZRnx4EqhgXzdxAN9HVajgsSBLnYMC4XZfnhqhd5muC4Xnq8RYbHTJo.png)</center> <center>[The New York Times](https://www.nytimes.com/2017/09/24/opinion/dying-art-of-disagreement.html)</center> <div class="text-justify"> One of the great achievements (at least for most people around the world) of human beings is, without a doubt, being able to exercise the right to freedom of expression. Although this (still) is not a widespread reality (in the context of globalization), this right is part of the society where most people live. This is not just about a right guaranteed through the constitution... It's about the autonomy each person has to speak their mind freely (albeit while following some rules). I have been thinking a lot about this, especially now that election season is taking place here in Brazil, of course, the scope of this thought is not restricted only to this political segment (but I chose it to have a more grounded textual and narrative basis throughout this post). We can agree or disagree with any and all opinions of others, and we can even change our own concepts, ideas and thoughts based on what we are able to see through other “mirrors” (people who show us different perspectives on a given topic). It is shameful to know that millions of people are unable to make use of this right in a healthy way, because all the beauty within this democratic act can easily (and quickly) be transformed into horrible attitudes... Do these people not realize how good it is to think (and act) differently from common or standardized thinking? Or do these same people recognize the beauty behind this act... But choose not to appreciate any of it? In a simple line of reasoning, just think about how boring it would be to have a line of thought and actions that are always monochromatic. Everyone thinking and acting alike, creating identical societies, with identical standards and rules always aligned within a line stitched together by the repetition of ideas. This approach is easily applied right here in Brazilian politics, where the beauty of democracy ends up being “disguised” by a legal obligation to vote. I know that not everything is so beautiful about the act of disagreeing, but we certainly need to be able to do so in order to *evolve*. The big question here is understanding that disagreeing with someone else's opinion is precisely where the beauty of the act lies, because it is through this clash of positions that we create alternative scenarios to emphasize other types of ideals (not only personal ones, but also collective ones). Understanding that we need to coexist in distinct realities does not become a mere socio-political-cultural convention; it’s a strong “indication” that we are becoming increasingly human. --- <center>**La belleza detrás del acto de discrepar.**</center> Una de las grandes conquistas (al menos para la mayor parte de las personas alrededor del mundo) de los seres humanos es, sin dudas, poder ejercer el derecho a la libertad de expresión. Aunque esta (todavía) no sea una realidad masificada (en el contexto de la globalización), este derecho forma parte de la sociedad donde vive la mayor parte de las personas. No se trata aquí solo de un derecho garantizado a través de la constitución... Se trata de la autonomía que tiene cada persona para expresar libremente lo que piensa (aunque siguiendo algunas reglas). He estado pensando mucho en esto, especialmente ahora que está teniendo lugar la época electoral aquí en Brasil, claro que la extensión de este pensamiento no queda restringida únicamente a este segmento político (pero lo elegí para tener una base textual y narrativa más consolidada a lo largo de este post). Podemos estar de acuerdo o en desacuerdo con todas y cada una de las opiniones ajenas, incluso, podemos cambiar nuestros propios conceptos, ideas y pensamientos basándonos en lo que logramos ver a través de otros “espejos” (personas que nos muestran diversas perspectivas sobre algún tema). Es vergonzoso saber que millones de personas no consiguen hacer uso de este derecho de una manera saludable, porque toda la belleza dentro de este acto democrático puede transformarse fácilmente (y rápidamente) en actitudes horribles... ¿Será que estas personas no se dan cuenta de lo bueno que es pensar (y actuar) de manera diferente al sentido común o a lo establecido? ¿O será que estas mismas personas reconocen la belleza detrás de este acto... Pero eligen no apreciar nada de ello? En una línea de razonamiento simple, basta pensar en lo aburrido que sería tener una línea de pensamientos y acciones siempre monocromáticas. Todo el mundo pensando y actuando de la misma manera, creando sociedades iguales, con patrones iguales y reglas siempre alineadas dentro de una línea cosida por la repetición de ideas. Este enfoque se aplica fácilmente aquí mismo en la política brasileña, donde la belleza de la democracia termina siendo “disfrazada” por una obligación legal de votar. Sé que no todo es tan bonito en el acto de discrepar, pero ciertamente necesitamos estar preparados para hacerlo para *evolucionar*. La gran cuestión aquí es entender que discrepar de la opinión del otro es justamente donde reside la belleza del acto, porque es a través de este enfrentamiento de posiciones que vamos creando escenarios alternativos para enfatizar otros tipos de ideales (no solo personales, sino también colectivos). Entender que necesitamos coexistir en realidades distintas no se convierte en una mera convención socio-político-cultural; es un fuerte “indicio” de que estamos siendo cada vez más humanos. --- <center>**A beleza por trás do ato de discordar.**</center> Uma das grandes conquistas (ao menos para a maior parte das pessoas ao redor do mundo) dos seres humanos é, sem dúvidas, poder exercer o direito à liberdade de expressão. Embora essa (ainda) não seja uma realidade massificada (no contexto da globalização), esse direito faz parte da sociedade onde vivem a maior parte das pessoas. Não se trata aqui de apenas um direito garantido através da constituição... Se trata sobre ter a autonomia que cada pessoa tem de poder falar o que elas pensam livremente (ainda que seguindo algumas regras). Eu ando pensando muito sobre isso, especialmente agora enquanto está acontecendo a época de eleição aqui no Brasil, é claro que a extensão desse pensamento não fica restrita apenas a esse segmento político (mas eu o escolhi para ter uma base textual e narrativa mais sedimentada ao longo deste post). Nós podemos concordar ou discordar com todas e quaisquer opiniões alheias, inclusive, podemos mudar nossos próprios conceitos, ideias e pensamentos com base no que conseguimos ver através de outros “espelhos” (pessoas que nos mostram diversas perspectivas sobre algum tema). É vergonhoso saber que milhões de pessoas não conseguem fazer uso desse direito de uma maneira saudável, porque toda a beleza dentro desse ato democrático pode ser facilmente (e rapidamente) transformada em atitudes horríveis... Será que essas pessoas não se dão conta do quanto é bom pensar (e agir) diferente do senso comum ou padronizado? Ou será que essas mesmas pessoas reconhecem a beleza por trás desse ato... Mas escolhem não apreciar nada disso? Em uma linha de raciocínio simples, é só pensar como seria entediante ter uma linha de pensamentos e ações sempre monocromáticas. Todo mundo pensando e agindo igualmente, criando sociedades iguais, com padrões iguais e regras sempre alinhadas dentro de uma linha costurada pela repetição de ideias. Essa abordagem é facilmente aplicada aqui mesmo na política brasileira, onde a beleza da democracia acaba sendo “disfarçada” por uma obrigação legal de votar. Eu sei que nem tudo é tão bonito no ato discordar, mas certamente precisamos estar aptos a fazer isso para *evoluirmos*. A grande questão aqui é entender que discordar da opinião do outro é justamente onde mora a beleza do ato, porque é através desse embate de posicionamento que nós vamos criando cenários alternativos para enfatizar outros tipos de ideais (não apenas pessoais, mas também coletivos). Entender que precisamos coexistir em realidades distintas não se torna uma mera convecção sócio-político-cultural; é um forte “indício” de que estamos sendo cada vez mais humanos. </div> <sub>Posted via [HiveSuite](https://hivesuite.app/@wiseagent/the-beauty-behind-the-act-of-disagreeing-gi6457ff)</sub>

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