The loss of human art?
by @wiseagent · 2026-10-24
<center>*This publication was also writen in* **SPANISH** *and* **PORTUGUESE**.</center>
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<center>[iStock](https://www.istockphoto.com/br/fotos/human-and-robot-hand)</center>
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Recently, a significant number of songs created exclusively by artificial intelligence or considered *spam* were removed from [Spotify](https://newsroom.spotify.com/2026-10-20/prioritizing-human-artistry/)'s music recommendation catalog. **50 million** songs were eliminated from this list, and although they have not been removed as products (because these same songs can still be found through manual searches, depending on each listener's interest), this is already a "step forward".
Going a little bit further, in recent months, this same company has been permanently removing "non-human" produced music. In total, around **75 million** songs that were reported as *spam* by the audience who found them are no longer available. This is an effort that has been gaining more and more intensity over time, showing that the loss of human art cannot become a trend (or even a new reality).
Generally speaking, art (in any segment, I would say) tends to suffer from the use of artificial intelligence at a more alarming pace than other sectors. Basically, because many of the products offered (ranging from movies, photos, paintings, books and even music itself) reach the general public more easily. How frightening is it to know that all these products may soon no longer require human production?
There is no escaping the automation of some processes, but is it really feasible to "discard" humans to achieve the long-dreamed future world? How far does this situation need to go for people to understand that fighting with artificial intelligence is a lost battle? Although it is necessary to resist at times (like in the case of the removal of songs by **Spotify**), there is no way to ignore (or neglect) what is in front of the whole world.
Whatever happens, it is human beings who make the "wheel turn". If we are "removed" from this equation (or simply replaced, by whatever might be created in the future), the essence of any actions will automatically be nullified within a deeper context. The dreaded coexistence between us humans and machines need to be "embraced" once and for all... Otherwise, the transition phase will be even more brutal.
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<center>**¿La pérdida del arte humano?**</center>
Recientemente, se retiró del catálogo de recomendaciones musicales de [Spotify](https://newsroom.spotify.com/2026-10-20/prioritizing-human-artistry/) un número expresivo de canciones que fueron creadas exclusivamente por inteligencia artificial, o que fueron consideradas como *spam*. **50 millones** de canciones fueron eliminadas de esa lista, y a pesar de que no han sido excluidas como producto (porque esas mismas canciones aún pueden ser encontradas mediante búsquedas manuales, dependiendo del interés de cada oyente), esto ya es un "avance".
Yendo un poco más allá, en los últimos meses, esa misma empresa ya ha estado eliminando (permanentemente) canciones de producción "no humana". En total, cerca de **75 millones** de canciones que fueron reportadas como *spam* por el público que las encontró, ya no están disponibles. Este es un esfuerzo que ha ido ganando cada vez más intensidad a lo largo del tiempo, mostrando que la pérdida del arte humano no puede convertirse en una tendencia (o incluso en la nueva realidad).
De manera general, el arte (en cualquier segmento, diría yo) tiende a sufrir con el uso de la inteligencia artificial a una velocidad más aterradora que otros sectores. Básicamente, porque muchos de los productos ofrecidos (que van desde las películas, fotos, pinturas, libros e incluso la música en sí) alcanzan al público común con más facilidad. ¿Qué tan aterrador es saber que todos esos productos pronto pueden no necesitar más de la producción de los humanos?
No hay forma de escapar de la automatización de algunos procesos, pero ¿será realmente viable "descartar" a los humanos para tener el tan soñado mundo del futuro? ¿Hasta dónde tiene que llegar esta situación para que las personas entiendan que luchar contra la inteligencia artificial es una batalla perdida? Aunque sea necesario resistir en algunos momentos (como en el caso de la eliminación de las canciones por **Spotify**), no se puede ignorar (o negligir) lo que está ante los ojos de todo el mundo.
Pase lo que pase, son los seres humanos los que hacen que la "rueda gire". Si nosotros somos "sacados" de esta ecuación (o simplemente sustituidos, sea por cualquier cosa que aún se va a crear en el futuro), la esencia de cualquier acción será automáticamente anulada dentro de un contexto más profundo. La temida coexistencia entre nosotros los humanos y las máquinas, necesita ser "abrazada" de una vez por todas... De lo contrario, la fase de transición será aún más brutal.
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<center>**A perda da arte humana?**</center>
Recentemente, foi retirado do catálogo de recomendações musicais do [Spotify](https://newsroom.spotify.com/2026-10-20/prioritizing-human-artistry/), um número expressivo de músicas que foram criadas exclusivamente por inteligência artificial, ou que foram consideradas como *spam*.**50 milhões** de músicas foram eliminadas dessa lista, e apesar delas não terem sido excluídas enquanto produto (porque essas mesmas músicas ainda podem ser encontradas por pesquisas manuais, a depender do interesse de cada ouvinte), isso já é um “avanço”.
Indo um pouco mais além, nos últimos meses, essa mesma empresa já vem excluindo (permanentemente) músicas de produção “não humana”. Ao todo, cerca de **75 milhões** de músicas que foram reportadas como *spam* pelo público que as encontraram, não estão mais disponíveis. Esse é um esforço que vem ganhando cada vez mais intensidade ao longo do tempo, mostrando que a perda da arte humana não pode se tornar uma tendência (ou até mesmo a nova realidade).
De uma maneira geral, a arte (em qualquer segmento, eu diria) tende a sofrer com o uso da inteligência artificial dentro de uma velocidade mais assustadora do que outros setores. Basicamente, porque muitos dos produtos oferecidos (que vão desde os filmes, fotos, pinturas, livros e até mesmo a música em si) alcançam o público comum com mais facilidade. O quão assustador é saber que todos esses produtos em breve podem não mais necessitar da produção dos humanos?
Não há como escapar da automatização de alguns processos, mas será mesmo viável “descartar” os humanos para ter o tão sonhado mundo do futuro? Até onde essa situação precisa chegar para que as pessoas entendam que brigar com a inteligência artificial é uma batalha perdida? Embora seja preciso fazer resistência em alguns momentos (como nesse caso da remoção das músicas pelo **Spotify**), não há como ignorar (ou negligenciar) o que está diante de todo o mundo.
Aconteça o que acontecer, são os seres humanos que fazem a “roda girar”. Se nós formos “tirados” dessa equação (ou simplesmente substituídos, seja lá por qualquer coisa que ainda vai ser criada no futuro), a essência de quaisquer ações será automaticamente anulada dentro de um contexto mais aprofundado. A temida coexistência entre nós humanos, e as máquinas, precisa ser “abraçada” de uma vez por todas... Caso contrário, a fase de transição será ainda mais brutal.
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<sub>Posted via [HiveSuite](https://hivesuite.app/@wiseagent/the-loss-of-human-art-i36cd4qs)</sub>