The ugly truth.

by @wiseagent · 2026-09-30

<center>*This publication was also writen in* **SPANISH** *and* **PORTUGUESE**.</center> <center>![the_ugly_truth.png](https://files.peakd.com/file/peakd-hive/wiseagent/23tbppEhXyEFhaQcCTUkA79Nsptdcu4GV8sxgNc45K9ajEcCna4q3xbDRSvVdHc3tnsrD.png)</center> <center>[The Daily Economy](https://thedailyeconomy.org/article/how-the-the-ant-and-the-grasshopper-fable-reveals-the-folly-of-student-loan-forgiveness/)</center> <div class="text-justify"> Yesterday, I read a thought-provoking [post](https://peakd.com/hive-160391/@gtg/somebody-should-really-do-something-about-it) written by @gtg. The entire text (which, by the way, is quite interesting, and I recommend that all of you who haven't done so yet read it) made me think about who we are here within (or outside) **Hive**, and even who we are going to become through this ecosystem. We all began our journey at different times, and through different paths we are paving a process of identity construction. The process is almost never short, and it takes a lot of dedication, patience, and willpower to reap the rewards. A good dose of curiosity is also welcome. Not that we don't already have one, of course. I am referring to the fact of showing the ecosystem who we are, and how we are working to make this project sustainable in the long term. We all started, without exception, being nobody. The “prize” is becoming someone throughout the process. However, how do we do that? The ugly truth (or perhaps this is just one of them), is that we can all do something... But not all of us want to. Why do many users choose to walk this path? I have no idea (and perhaps they themselves don't know how to answer). The answer remains a mystery. Over almost nine years of venturing through the lands of blockchain, I have already seen the most different kinds of changes happening around here. The ecosystem is mutable, but it depends on all of us for that to happen, and for it to be maintained in the long term. Nothing here is thought out, planned, or executed for a short-term shot. The idea is always to aim far, and make the target be transformed into a solid foundation throughout the entire construction. Who does this? All of us. Even if moderately. Starting this journey as “nobody” is an expected truth; remaining a “nobody” is a choice of one's own. From the whales to the smallest fish, every single action matters, and carries a plural weight that is significant to an immeasurable degree. We all contribute in unique ways to keep this project standing, and it is all these actions that become something to be noticed in the constructive process of what is for everyone's common use. The ugly truth, by the way, goes beyond what we can all do and don't do... It extends to those who do nothing, and still “profit” from something. Paying close attention, we can all do something useful. All we need to do, is find a way to believe in this truth. On one side, there are those who exchange the most different kinds of ideas and work to reshape this ecosystem based on what is viable and organically good for everyone (although the result is not always that). On the other side, there are those who, behind the scenes, simply prefer to watch the “circus catch fire” (hoping to get, through inertia, something positive without “getting their hands dirty”). Here, everyone can be someone... But not everyone actually wants to be someone. Perhaps remaining nobody behind the curtains is one of the biggest problems we have around here. --- <center>**La verdad fea.**</center> Ayer, leí un [post](https://peakd.com/hive-160391/@gtg/somebody-should-really-do-something-about-it) provocativo escrito por @gtg. Todo el texto (que, por cierto, es bastante interesante, y recomiendo su lectura a todos ustedes que aún no lo han hecho) me hizo pensar sobre quiénes somos aquí dentro (o fuera) de **Hive**, e incluso en quiénes vamos a convertirnos a partir de este ecosistema. Todos nosotros iniciamos nuestro viaje en diferentes momentos, y a través de caminos distintos vamos pavimentando un proceso de construcción de identidad. El proceso casi nunca es corto, y hace falta mucha dedicación, paciencia y fuerza de voluntad para cosechar frutos. Una buena dosis de curiosidad también es bienvenida. No es que ya no tengamos una, claro. Me refiero al hecho de mostrarle al ecosistema quiénes somos, y cómo estamos trabajando para hacer que este proyecto sea sostenible a largo plazo. Todos nosotros comenzamos, sin excepción, siendo nadie. El “premio” es convertirnos en alguien a lo largo del proceso. Sin embargo, ¿cómo hacerlo? La verdad fea (o quizá esta sea solo una de ellas), es que todos nosotros podemos hacer algo... Pero no todos queremos. ¿Por qué muchos usuarios optan por seguir este camino? No tengo idea (y quizá ni ellos mismos sepan responder). La respuesta sigue siendo un misterio. A lo largo de casi nueve años aventurándome por las tierras de la blockchain, ya he visto los más diferentes tipos de cambios sucediendo por aquí. El ecosistema es mutable, pero depende de todos nosotros para que eso suceda, y se mantenga a largo plazo. Nada aquí está pensado, planificado o ejecutado para un tiro corto. La idea siempre es apuntar lejos, y hacer que el objetivo se transforme en un cimiento sólido en toda construcción. ¿Quién hace eso? Todos nosotros. Aunque sea moderadamente. Comenzar este viaje siendo “nadie” es una verdad esperada; permanecer siendo un “nadie” es una elección propia. Desde las ballenas hasta los peces más pequeños, toda y cualquier acción importa, y trae un peso plural que es significativo en un grado inconmensurable. Todos nosotros contribuimos de maneras singulares para mantener este proyecto en pie, y son todas estas acciones las que se convierten en algo digno de ser notado en el proceso constructivo de lo que es de uso común para todos. La verdad fea, por cierto, va más allá de lo que todos nosotros podemos hacer y no hacemos... Se extiende a quienes no hacen nada, y aun así “lucran” con algo. Prestando mucha atención, todos nosotros podemos hacer algo útil. Todo lo que tenemos que hacer es encontrar una manera de creer en esa verdad. Por un lado, están aquellos que intercambian los más diferentes tipos de ideas y trabajan para remodelar este ecosistema basándose en lo que es viable y orgánicamente bueno para todos (aunque no siempre el resultado sea ese). Por otro lado, están aquellos que, entre bastidores, simplemente prefieren ver el “circo arder” (esperando conseguir, a través de la inercia, algo positivo sin “ensuciarse las manos”). Aquí, todo el mundo puede ser alguien... Pero no todo el mundo quiere, de hecho, ser alguien. Quizá, permanecer siendo nadie detrás de las cortinas sea uno de los mayores problemas que tenemos por aquí. --- <center>**A verdade feia.**</center> Ontem, eu li um [post](https://peakd.com/hive-160391/@gtg/somebody-should-really-do-something-about-it) provocativo escrito por @gtg. Todo texto (que aliás, é bem interessante, e eu recomendo a leitura do mesmo a todos vocês que ainda não o fizeram) me fez pensar sobre quem nós somos aqui dentro (ou fora) da **Hive**, e até mesmo quem nós vamos nos tornar a partir desse ecossistema. Todos nós iniciamos a nossa jornada em diferentes momentos, e através de caminhos distintos vamos pavimentando um processo de construção de identidade. O processo quase sempre nunca é curto, e é preciso muita dedicação, paciência e força de vontade para colher frutos. Uma boa dose de curiosidade também é bem-vinda. Não que nós já não tenhamos uma, é claro. Eu estou me referindo ao fato de mostrar ao ecossistema quem nós somos, e como nós estamos trabalhando para fazer esse projeto se tornar sustentável no longo prazo. Todos nós começamos, sem exceção, sendo ninguém. O “prêmio” é nos tornarmos alguém ao longo do processo. No entanto, como fazer isso? A verdade feia (ou talvez essa seja apenas uma delas), é que todos nós podemos fazer algo... Mas nem todos queremos. Por que muitos usuários optam andar por esse caminho? Não faço ideia (e talvez nem eles mesmos saibam responder). A resposta segue sendo um mistério. Ao longo de quase nove anos me aventurando pelas terras da blockchain, eu já vi os mais diferentes tipos de mudanças acontecendo por aqui. O ecossistema é mutável, mas depende de todos nós para que isso aconteça, e se mantenha no longo prazo. Nada aqui é pensado, planejado ou executado para um tiro curto. A ideia sempre é mirar longe, e fazer o alvo ser transformado num alicerce sólido em toda construção. Quem faz isso? Todos nós. Ainda que moderadamente. Começar essa jornada sendo “ninguém” é uma verdade esperada; permanecer sendo um “ninguém” é escolha própria. Desde as baleiras até os peixes mais pequenos, toda e qualquer ação importa, e traz um peso plural que é significativo em um grau imensurável. Todos nós contribuímos de maneiras singulares para manter esse projeto de pé, e são todas essas ações que se tornam algo a ser notado no processo construtivo do que é de uso comum a todos. A verdade feia, aliás, vai além do que todos nós podemos fazer e não fazemos... Se estende a quem não faz nada, e ainda “lucra” algo. Prestando bem atenção, todos nós podemos fazer algo de útil. Tudo o que precisamos fazer, é encontrar um jeito de acreditar nessa verdade. De um lado, estão aqueles que trocam os mais diferentes tipos de ideias e trabalham para remodelar esse ecossistema com base no que é viável e organicamente bom para todos (embora nem sempre o resultado seja esse). Do outro lado, estão aqueles que, nos bastidores, simplesmente preferem assistir o “circo pegar fogo” (esperando conseguir, através da inércia, algo de positivo sem “sujar as mãos”). Aqui, todo mundo pode ser alguém... Mas nem todo mundo quer, de fato, ser alguém. Talvez, permanecer sendo ninguém por trás cortinas seja um dos mais problemas que temos por aqui. </div> <sub>Posted via [HiveSuite](https://hivesuite.app/@wiseagent/the-ugly-truth-j5kna8l1)</sub>

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